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17 anos de carreira, os mineiros do Skank lançam
seu décimo CD, chamado Estandarte. O novo
álbum marca o reencontro da banda com o Dudu
Marote, que produziu os CDs Calango, de 1994, e
O Samba Poconé, de 1996. No entanto, ao invés
de buscar as referências deste passado, a
parceria proporcionou um novo olhar do Skank sobre
a própria música.
Em entrevista, o vocalista Samuel Rosa explicou
como a sonoridade do grupo se encontrou com as
influências na música eletrônica
de Dudu formando essa "combinação
estranha" e a expectativa dos fãs
da banda, que, segundo o músico, já
esperam mudanças.
Além disso, Samuel ainda comentou sobre
a atual cena da música brasileira e criticou
a falta de empenho dos grupos novos de se focarem
no mainstream para divulgar suas composições.
Será que não estamos perdendo novos
Cazuzas e Renatos Russos? Essa geração
nova joga por terra um legado muito importante,
que é a capacidade do pop rock de ser uma
música de massa.
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